10 vantagens de cozinhar em casa

cozinhar-em-familia-divinogas-gas-e-agua-mineral-em-divinopolis-carmo-do-cajuru-mg

Amanhã é o dia mundial da saúde, pensando nisso preparamos pra você um artigo com as 10 vantagens de preparar a própria refeição.

 

1-Alimentar-se direito, e na hora certa

“A alimentação mais calórica deve ser feita no café da manhã ou no almoço. Assim, teremos melhor digestão e menos obesidade. Um estudo da Universidade de Tel Aviv (Israel) mostrou que uma ingestão maior de calorias no café promove perda de peso, diminuição da circunferência abdominal e redução dos níveis de glicose, insulina e triglicérides no sangue. Nunca pule refeições. Lanches devem integrar a rotina.

 

2-Fazer escolhas mais conscientes

Na sua própria casa, você faz o que quiser. Tomar decisões mais saudáveis é o ideal. Em vez de cheddar, use queijo cottage, por exemplo. Compare: em uma fatia (28 g) de cheddar, você tem 29 mg de colesterol; já em uma fatia de mesmo tamanho de cottage light, 9 mg. A Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro diz que, ao controlar o colesterol há 33% menos risco de infarto, 25% menos risco de morte e 20% menos risco de um AVC.

 

3-Higienizar com mais cuidado

Alimentos, bancadas, utensílios e mãos devem estar higienizados a fim de se evitar contaminação por bactérias. Isso significa menor risco de se intoxicar. Evite os panos de pia. “Se o fizer estará produzindo agentes contaminantes que passarão de uma coisa para outra”, explica o nutrólogo Lara, referindo-se à contaminação cruzada. Em São Paulo, 27% das intoxicações alimentares registradas pela Secretaria de Estado da Saúde aconteceram por conta da comida preparada sem esses cuidados. O segundo lugar ficou para as casas comerciais, com 24%.

 

4-Analisar embalagens

“Aprenda a selecionar alimentos com menor teor de sódio, gorduras e açúcares”, diz a nutricionista Fernanda Correa, da Universidade Anhembi Morumbi (SP). Somente 23% dos entrevistados para uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), disseram ler os rótulos dos alimentos consumidos. Entre eles, 52% estavam preocupados com as calorias, 39% com as gorduras, 27% com os açúcares, e 8% com o sódio.

5-Escolher os sazonais

“Os alimentos da estação são menos nocivos; a colheita não precisa ser acelerada com aditivos; contêm menor concentração de agrotóxicos”, diz Flávia. A química usada irregularmente causa intoxicação e resulta em doenças ou leva à morte. A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) informa que 1/3 dos alimentos consumidos pelos brasileiros estão contaminados. Pimentão, uva, pepino e morango estão no topo do ranking. A higienização ajuda na redução da quantidade de veneno, mas não o elimina, já que adere às cascas e até à polpa. E mais: custam menos e são ricos em nutrientes.

 

6-Controlar as datas de validade

Você pode ter controle sobre a data de validade e as condições de armazenamento indicadas para cada item da sua despensa. O Ministério da Saúde recomenda: não guarde alimentos por muito tempo, mesmo na geladeira; nunca utilize-os após a data de validade estipulada pelo fabricante e, depois de abertos, vigie o prazo máximo para consumo; manter os alimentos na embalagem original (com exceção dos enlatados) ou em recipientes plásticos, de vidro ou de inox – limpos e fechados. Não use vasilhas de alumínio para isso. Os perecíveis devem ser mantidos na geladeira, a uma temperatura inferior a 5o C.

 

7-Comer em família

Favorecer o encontro familiar ao redor da mesa é um benefício indireto de se alimentar em casa. “As refeições colaboram com um contexto positivo de se conectar com os filhos emocionalmente, de monitorar suas atividades sociais e acadêmicas, e de transmitir valores e expectativas”, diz Kelly Musick, da Universidade de Cornell (EUA). Para investigar o tema, ela avaliou uma pesquisa de opinião com mais de 18 mil crianças norte-americanas intitulada Pesquisa Longitudinal Nacional da Saúde do Adolescente.

 

8-Economizar dinheiro

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em seis anos, os gastos com alimentação fora do domicílio passou de 24,1% para 31,1% por pessoa. Esse hábito fez crescer as despesas: em dez anos, os preços das refeições “na rua” ficaram 140% mais caros. Se jantar em casa, ainda poderá levar o que restou para o almoço no trabalho.

 

9-Otimizar a semana

Prever as refeições dos sete dias da semana poupa tempo. Faça um cardápio simples: assados, grelhados, para os dias entre segunda e sexta-feira (período em que você ou sua família estão trabalhando comumente). Nos finais de semana, surpreenda com sua sabedoria nutricional.

 

10-Caprichar no desjejum

Deixe para fazer o café da manhã na padaria da esquina somente uma vez por semana. O tempo de espera para o atendente fazer sua vitamina será o mesmo de você próprio usar seu liquidificador em casa. A vantagem é que você poderá turbiná-la usando os chamados ingredientes-chave: “Os cereais. Depois de um período de repouso noturno, a pessoa precisará de energia para continuar o dia e os cereais, especialmente os integrais, possuem a propriedade de liberar essa energia lentamente”, conclui Lara.